terça-feira, 23 de julho de 2013
Velocidade do obturador
A velocidade do obturador ou tempo de exposição, esta relacionada com a quantidade de tempo que o obturador da câmera fica aberto deixando passar a luz que irá sensibilizar sensor.
Quanto maior o número (1/2000) mais rápido será o tempo em que ele fica aberto – congelando o assunto.
Veja a primeira foto.
Quanto menor o número (1/10) mais de tempo o obturador fica aberto - o assunto sai borrado ou dá um efeito de velocidade.
Veja a segunda foto.
segunda-feira, 17 de junho de 2013
domingo, 3 de março de 2013
Mapa Cultural Paulista 2013/2014
Lançamento do Mapa Cultural Paulista 2013/2014 (http://mapaculturalpaulista.org.br/), fase Municipal Tupã, com exposição de fotos de Valdecir Ravazi.
O Mapa Cultural Paulista é um dos mais importantes projetos culturais de São Paulo do ponto de vista formativo, informativo e de circulação de artistas do interior do Estado de São Paulo. Nenhum estado brasileiro possui projeto parecido, podendo tornar-se referência nacional.
Criado em 1995, tem o objetivo de fomentar as produções culturais do interior, revelando valores em segmentos que não teriam acesso aos meios de comunicação e com pouca visibilidade no meio cultural.
Durante a realização do evento, são selecionados artistas de 13 regiões administrativas do Governo do Estado para participar de atividades culturais distribuídas em quatro fases. Em todas elas os artistas que se destacam apresentam seus trabalhos, primeiro no município de origem, depois na região em que está inserido e, ao final, na fase estadual, apresentam-se na capital paulista.
Teatro, Dança, Artes Visuais, Canto Coral, Música Instrumental, Literatura e Vídeo são as expressões artísticas contempladas neste projeto, que juntos revelam o mapeamento cultural de São Paulo.
O Mapa Cultural Paulista é um dos mais importantes projetos culturais de São Paulo do ponto de vista formativo, informativo e de circulação de artistas do interior do Estado de São Paulo. Nenhum estado brasileiro possui projeto parecido, podendo tornar-se referência nacional.
Criado em 1995, tem o objetivo de fomentar as produções culturais do interior, revelando valores em segmentos que não teriam acesso aos meios de comunicação e com pouca visibilidade no meio cultural.
Durante a realização do evento, são selecionados artistas de 13 regiões administrativas do Governo do Estado para participar de atividades culturais distribuídas em quatro fases. Em todas elas os artistas que se destacam apresentam seus trabalhos, primeiro no município de origem, depois na região em que está inserido e, ao final, na fase estadual, apresentam-se na capital paulista.
Teatro, Dança, Artes Visuais, Canto Coral, Música Instrumental, Literatura e Vídeo são as expressões artísticas contempladas neste projeto, que juntos revelam o mapeamento cultural de São Paulo.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Viagem derradeira A Rosa Azul
.
Viajava só, Tatuada em seu peito nu,
enodoado uma rosa azul;
com um cheiro azedo, de folhas denteadas,
ninguém ao seu lado se sentou. com pétalas macias e
Com seu olhar fixo na janela, espinhos agudos,
via um arco-íris que furavam seu mamilo
na gordura do vidro, Ele sangra,
outrora melado por alguém. sem dor.
Os cheiros das comidas; Pingam,
bolachas, salgados e gotas de sangue,
pães com molho de tomate, azuis,
que se espalhavam nos vagões, pequenas,
ardiam em suas narinas, que nunca chegavam ao chão.
e minguavam seu estômago pobre Uma rosa aberta,
O par de mãos rachadas pela cal, de aparência vivaz,
e esfoladas pelos tijolos, mas sem vida,
dormiam estáticas nos joelhos sem aroma,
As sombras dos prédios, com sua cor fria,
que passavam rápidas monocromática
listrando o trem, Uma rosa azul,
e a fuligem, o sonho do geneticista,
que assentava nas ruas, e que marcará seu corpo
davam fadiga e melancolia, eternamente,
deixando a viagem mais longa. como também marcará,
No rádio de um velhinho, para sempre,
Decrépito ou até a morte,
em outro banco, uma borboleta verde,
tinia uma modinha antiga, gravada
que morria sem sintonia, e no ventre da mulher amada que
dava sonoplastia a cena final batendo
Descerá na última estação suas asas
com seus pensamentos vem pousar
tristes, macabros, mortais netas pétalas azuis,
Ao chegar em casa, quando esta mulher,
dormirá, porém, lhe agracia
não acordará com um abraço de amor.
enodoado uma rosa azul;
com um cheiro azedo, de folhas denteadas,
ninguém ao seu lado se sentou. com pétalas macias e
Com seu olhar fixo na janela, espinhos agudos,
via um arco-íris que furavam seu mamilo
na gordura do vidro, Ele sangra,
outrora melado por alguém. sem dor.
Os cheiros das comidas; Pingam,
bolachas, salgados e gotas de sangue,
pães com molho de tomate, azuis,
que se espalhavam nos vagões, pequenas,
ardiam em suas narinas, que nunca chegavam ao chão.
e minguavam seu estômago pobre Uma rosa aberta,
O par de mãos rachadas pela cal, de aparência vivaz,
e esfoladas pelos tijolos, mas sem vida,
dormiam estáticas nos joelhos sem aroma,
As sombras dos prédios, com sua cor fria,
que passavam rápidas monocromática
listrando o trem, Uma rosa azul,
e a fuligem, o sonho do geneticista,
que assentava nas ruas, e que marcará seu corpo
davam fadiga e melancolia, eternamente,
deixando a viagem mais longa. como também marcará,
No rádio de um velhinho, para sempre,
Decrépito ou até a morte,
em outro banco, uma borboleta verde,
tinia uma modinha antiga, gravada
que morria sem sintonia, e no ventre da mulher amada que
dava sonoplastia a cena final batendo
Descerá na última estação suas asas
com seus pensamentos vem pousar
tristes, macabros, mortais netas pétalas azuis,
Ao chegar em casa, quando esta mulher,
dormirá, porém, lhe agracia
não acordará com um abraço de amor.
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
O homem que não sabia ser deus
ele queria ser um deus
queria fazer e desfazer
mandar e desmandarfazia e desfazia
mandava e desmandava, erroneamente
queria guiar as pessoas
pelos caminhos corretos
perdoar os pecados
do mudocomo um deus faz
queria
guardar dos malessalvar do abismo
salvar do fogo do inferno
queria
levar ao delírioqueria condenar
e depois absolver
e queria curar os enfermos
crucificar, e ressuscitar
não pode ser um deus
por que não tinha céunão era onipresente
ele cometia erros, tinha falhas
ninguém orava
ou pedia algo para ele
não pôde ser um deus
pois ninguém lhe ouvianão queriam ele como um deus
não tinha seguidores
sabedoria
paciência
amigos e não servos
queria ser um deus
porém tornou-se um diabo
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