domingo, 3 de março de 2013

Mapa Cultural Paulista 2013/2014

Lançamento do Mapa Cultural Paulista 2013/2014 (http://mapaculturalpaulista.org.br/), fase Municipal Tupã, com exposição de fotos de Valdecir Ravazi.


O Mapa Cultural Paulista é um dos mais importantes projetos culturais de São Paulo do ponto de vista formativo, informativo e de circulação de artistas do interior do Estado de São Paulo. Nenhum estado brasileiro possui projeto parecido, podendo tornar-se referência nacional.
Criado em 1995, tem o objetivo de fomentar as produções culturais do interior, revelando valores em segmentos que não teriam acesso aos meios de comunicação e com pouca visibilidade no meio cultural.
Durante a realização do evento, são selecionados artistas de 13 regiões administrativas do Governo do Estado para participar de atividades culturais distribuídas em quatro fases. Em todas elas os artistas que se destacam apresentam seus trabalhos, primeiro no município de origem, depois na região em que está inserido e, ao final, na fase estadual, apresentam-se na capital paulista.

Teatro, Dança, Artes Visuais, Canto Coral, Música Instrumental, Literatura e Vídeo são as expressões artísticas contempladas neste projeto, que juntos revelam o mapeamento cultural de São Paulo.



terça-feira, 5 de fevereiro de 2013


Viagem derradeira A Rosa Azul

.

Viajava só, Tatuada em seu peito nu,
enodoado uma rosa azul;
com um cheiro azedo, de folhas denteadas,
ninguém ao seu lado se sentou. com pétalas macias e
Com seu olhar fixo na janela, espinhos agudos,
via um arco-íris que furavam seu mamilo
na gordura do vidro, Ele sangra,
outrora
melado por alguém. sem dor.
Os cheiros das comidas; Pingam,
bolachas, salgados e gotas de sangue,
pães com molho de tomate, azuis,
que se espalhavam nos vagões, pequenas,
ardiam em suas narinas, que nunca chegavam ao chão.
e minguavam seu estômago pobre Uma rosa aberta,
O par de mãos rachadas pela cal, de aparência vivaz,
e esfoladas pelos tijolos, mas sem vida,
dormiam estáticas nos joelhos sem aroma,
As sombras dos prédios, com sua cor fria,
que passavam rápidas monocromática
listrando o trem, Uma rosa azul,
e a fuligem, o sonho do geneticista,
que assentava nas ruas, e que marcará seu corpo
davam fadiga e melancolia, eternamente,
deixando a viagem mais longa. como também marcará,
No rádio de um velhinho, para sempre,
Decrépito ou até a morte,
em outro banco, uma borboleta verde,
tinia uma modinha antiga, gravada
que morria sem sintonia, e no ventre da mulher amada que
dava sonoplastia a cena final batendo
Descerá na última estação suas asas
com seus pensamentos vem pousar
tristes, macabros, mortais netas pétalas azuis,
Ao chegar em casa, quando esta mulher,
dormirá, porém, lhe agracia
não acordará com um abraço de amor.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Pergunta sobre Culinária

 
Filho pergunta ao pai:
- Pai, fruta pão se come com couve manteiga?
Pai fica calado e pensativo.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

QUERO


quando

estou

sem

você

amor,

 

te

quero;

 

 

quando

estou

sem

você

a

morte

quero.


quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

O homem que não sabia ser deus


ele queria ser um deus

 
queria fazer e desfazer
mandar e desmandar
fazia e desfazia
mandava e desmandava, erroneamente

 
queria guiar as pessoas
pelos caminhos corretos

 
perdoar os pecados
do mudo
como um deus faz
 

queria
guardar dos males
salvar do abismo
salvar do fogo do inferno

 
queria
levar ao delírio
queria condenar
e depois absolver
e queria curar os enfermos
crucificar, e ressuscitar
 

não pode ser um deus
por que não tinha céu
não era onipresente
ele cometia erros, tinha falhas

ninguém orava
ou pedia algo para ele


não pôde ser um deus
pois ninguém lhe ouvia
não queriam ele como um deus
não tinha seguidores

 não sabia que para ser um deus
precisava de piedade
sabedoria
paciência
amigos e não servos

 
queria ser um deus
porém tornou-se um diabo

Papo de Astrólogo


 

Eu passava na Rua Comendador João José Jerônimo, em frente ao correio, quando avistei de longe o Zé. Fazia uns dois anos que não conversávamos, ele estava meio diferente, um pouco mais gordo, caminhava em minha direção e ele só me viu quando pronunciei o nome dele.

-          José Heitor Pereira Silva Manganês Santos do Porto Filho.

-          O que? Bel! É você? - Falou espantado.

-          Sou eu Zé!

-          Como é que você está?

-          Tudo jóia. E você?

-          Vou bem.

-          Você me parece muito bem. Está até mais moço.

-          Que nada, você está bem melhor.

-          É bom te ver rapaz. E seu irmão Totó, cadê?

-          Eu não o vejo já faz um tempão.

-          É mesmo?

-          É. Desde o enterro.

-          Que enterro?

-          O dele.

-          O dele? Ele Morreu?

-          Faz uns seis meses.

-          Sério?

-                Ele tava, mas a mulher dele não. Chorava que nem uma desgraçada.

-          Deve ser brincadeira. Você só pode estar brincando.

-          Às vezes eu brinco com meu filho.

-          Você se casou?

-          Não. É produção independente.

-          Eu sei, aconteceu um acidente.

-          É.

-          Seu irmão que morreu... Ele era o gêmeo?

-          Não. Câncer.

-          Câncer?

-          É. Igual a mim.

-          Nossa! Você também! Essas coisas são horríveis.

-          É.

-          Mas você está bem?

-          Estou.

-          E o outro? O Tié, onde anda?

-           Ele não anda, sofreu um acidente e perdeu o movimento nas pernas.

-          Coitado! Logo ele que jogava bola?

-           Não. Quem jogava bola era o Tito meu irmão mais velho. O Tié é o mais novo.

-           Lembrei-me disto quando te vi lá longe – falei - eu sempre fazia confusão entre eles dois, porque se parecem muito apesar de terem idades diferentes.

-           Todos se confundiam. Mas eu sempre fui mais magro que eles.

-           Ainda bem que eu não errei o seu nome – falei.

-           É.

-           Mas os nomes deles eu sempre trocava - tentei desconversar, mudar de assunto, para não ficar naquela conversa chata, mas o cara só tinha notícia ruim. Mesmo assim arrisquei outra pergunta.

-          E sua irmã?

-          Qual delas?

-          A mais nova. A que eu namorei.

-          Ela era virgem.

-          Era?

-          Era.

-          Mas acabou achando alguém?

-          Achou. Um escorpião.

-          Escorpião?

-          É. A coitada morreu.

-          Morreu? E não teve jeito?

-          Não, essa combinação não tem jeito.

-          Não a levaram ao médico?

-           Levamos, mas não adiantou nada. Ela foi definhando e acabou morrendo.

-          Nossa! Que terrível.

-          É.

-          Ela me parecia tão forte.

-          Não aguentou.

-          E o seu pai? Como está? - tentei mudar de assunto novamente.

-          Agora está bem.

-          Que bom. Ta fazendo o que?

-          Ta descansando.

-          De férias?

-          Não. Morreu.

-          Também?

-          É.

-          Mas ele era tão forte. Vivia sossegado lá na fazenda.

-          É, mas eu previ isto também.

-          Como assim?

-           Touro! Touro é um ser que em uma hora ta sossegado e repentinamente vem o ataque e pronto, acabou-se.

-          Coitado! Deve ter sido horrível para sua mãe?

-          Se ela tivesse visto teria sido.

-          Ela não viu?

-          Não pôde ver. Tinha morrido dois meses antes.

-          Também?

-          É.

-          E ela foi o que?

-          Ela foi peixe.

-          Peixe? Que tragédia.

-          É.

-          Morreu engasgada?

-          Não. Caiu no rio.

-          Então era piranha?

-          Não. Minha mãe era descente e não piranha.

-          Não! Quero dizer se foi piranha que atacou ela.

-          Não. Ela é que não sabia nadar e morreu afogada.

-          Quanta desgraça.

-          É.

-           Bom, eu preciso ir agora - tentei novamente mudar o rumo da conversa e sair dali. Aquela conversa me deixou muito abatido.

-          Eu também preciso ir.

-          Até logo.

-          Até logo. Foi um prazer conversar com você mais uma vez.

-          Até mais.

Fiquei pensando nas coisas que ele havia me falado. A família toda se acabou, uns morrendo outros sumindo, o irmão ficou deficiente e ele ainda estava sossegado como era antes. O papo dele era a coisa mais estranha do mundo, parecia que estava dopado. Os irmãos morreram. O mais novo morreu de câncer, o irmão mais velho sofreu um acidente, a irmã que não se casou, e que ele achava que era virgem, morreu de picada de escorpião, o pai, um touro atacou a mãe morreu afogada em um rio que tinha peixe. Que coisa estranha parece até Horóscopo.

 

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Pequeno Manual de Recados


Palavra do Autor

 

Este manual foi escrito para mostrar os vários tipos de recados, bilhetes ou outros, que as pessoas costumam deixar escritas, para que outras leiam. Alguns são cômicos, outros trágicos, mais a maioria mostra que são inúteis ou tudo isso junto.

 Alguns nomes, quando aparecem, são apenas fictícios e estão assinalados. Não quero com este Manual menosprezar ninguém e se alguém se identificar com algum deles, me perdoe, pois não é nada pessoal. Como se trata de um manual fique a vontade para aprender e usar os recados ou bilhetes que lhes convierem.

 Queria poder manter alguns como foram encontrados, originais, mas, a maioria já estava estragada, outros por causa da caligrafia, que poderia ser reconhecida, e também por dificultar a impressão, sem falar nas correções ortográficas que foram feitas, tornou-se então impossível.

 

 

1 - Bilhete anônimo, encontrado por um garçom na mesa de um bar.

 

Hoje, os problemas vieram morar em minha cabeça. Aquele amor já esquecido voltou a habitar em minha mente. As lembranças de Helena e de Jasmim não saem do meu pensamento. Tem também as contas de água, de luz e a conta do bar que ficam martelando aqui no meu cérebro. Tudo está uma confusão aqui dentro e o João Maluco ainda tenta estourar os meus miolos por dentro.

 

E logo abaixo no mesmo bilhete estava escrito com outra caligrafia:

 

Cobra aluguel deste povo todo que eles saem daí.

 

Crítica e conclusão do autor:

O garçom jurou que não foi ele que deu a resposta, e disse que não viu mais o cara do bilhete, nem os moradores da cabeça do sujeito. Ele também não sabe quem é este João Maluco, mas acha que é uma pinga misturada com licor de menta e conhaque que o sujeito tomava.

 Tem gente que não consegue viver em sociedade e com essa mistura que o cara toma qualquer um fica louco mesmo.

 

 

2 - Encontrado na prova de Historia de um aluno de quinze anos:

 

Professora, eu te amo muito, desde a primeira vez que te vi eu te amo, a paixão é tanta que nem consigo raciocinar e fazer a prova.

 

Resposta da professora após a correção da prova:

 

Eu também te amo. Porém nosso amor é impossível, já sou casada e meu marido não é burro.

 

Crítica e conclusão do autor: O aluno tirou zero.

Ele amou de mais a pessoa errada. Professora Ingrata.

 

 

3 – Encontrado em uma prova de matemática de uma aluna de dezesseis anos.

 

Deus abençoe esta professora, marido e filhos, dê muita saúde, felicidade e dinheiro para eles.

Obs.: Estou pedindo para ela já que pra mim não deu certo mesmo, e dizem que se pedir para os outros sempre dá certo. Amém.

 

Crítica e conclusão do autor:

A aluna tirou cinco na prova.

 Se ela tivesse pedido também pelos pais e irmãos da professora, acho que tiraria uma nota sete. È bom saber que ainda existem pessoas que não são interesseiras e que pedem aos Céus pelos outros.

 

 

4 – Encontrada, pelo marido, colado em um portão de residência.

 

Chico não venha hoje. Meu marido vai chegar e não vai querer você aqui.

 

O marido chega encontra este bilhetinho no portão da sua casa. Ele vai pensar o que?

Não fiquei sabendo também se a mulher apanhou ou se houve divórcio.

 

Crítica e conclusão do autor: O marido não pode tirar nenhuma conclusão apressada:

- será que era a caligrafia da sua esposa? Alguém pode ter colocado o bilhete no portão só para estragar a felicidade daquele lar, inveja;

- a mulher não seria tão burra de por um bilhete no portão avisando ao amante que o marido chegaria, sabendo que este iria chegar. Ou seria? Burrice;

- o Chico a qual ela se referia poderia ser o outro Chico, ‘aquele’ que vem todo mês. Não poderia? “Chico, não vem não, meu marido esta chegando, dá um tempo.” Amor pelo marido.

 

 

5 – Três bilhetes distintos, encontrados na geladeira de uma residência.

 

Mãe, eu fui até a casa do Beto (fictício) fala pro pai que levei o carro.

 

Pai sai com seu carro, fala pra mãe que eu fui até a casa do Beto.

 

Lucas (fictício) fala pro pai que eu peguei o carro e fala para ele falar para mãe que eu fui até a casa do Beto e se você falar com a mãe fala que eu fui até a casa do Beto e para ela falar para o pai que eu peguei o carro.

 

Crítica e conclusão do autor:

Alguém me disse que o bilhete para mãe estava grudado com um imã de geladeira em formato de coração, o do pai em formado de um litro de cachaça e o do irmão um patinho amarelo.

 O rapaz é bem comunicativo, gosta de tudo muito bem explicado, pelo jeito respeita muito o pai e a mãe, além de gostar muito do amigo e zelar pelo seu lar que é muito importante, bla bla bla, etc.

Ele não foi até a casa do tal Beto, foi namorar. Não tinha carta. Bateu o carro. Tirem suas próprias conclusões.

 

 

6 – Bilhetinho anônimo encontrado no caderno de uma adolescente, cujo nome era Fer (fictício).

 

Fer gosto de você, mas to ficando com a Lê, quando nós terminarmos, vou ficar com você. Me espera.

 

Crítica e conclusão do autor:

A menina rasgou o bilhete. Tive que colar para ler.

O rapazinho não é nada bobo, está com uma pensando na outra, querendo as duas, e não quer que esta fique com outro. É o popular: um olho no peixe outro no gato. Esta com uma querendo a garantia da outra.

 

 

7 – Encontrado por uma esposa perto do telefone.

 

Janaina (fictício) faz aquela feijoada, gostosa. Não vou demorar, mas depois do trabalho vou tomar uma cerveja com o Geraldo (fictício) e depois vamos fazer amor. Eu também te amo.

 

Aqui, o poder da informação está de novo a nos açoitar. Saber se comunicar é realmente uma arte. Saber colocar a pontuação certa também é primordial.

 

 

Crítica e conclusão do autor: Está é bem confusa. Quem é que é gostosa? A feijoada que esta senhora faz, ou ela. Com quem o sujeito vai fazer amor, com sua esposa ou com o tal do Geraldo. E o: “Eu também te amo”, quer dizer que ele além de tudo isto, da feijoada, do trabalho, da cerveja, ele ainda ama sua esposa, ou a ama também assim como ama o Geraldo? Ou será que antes dele sair ela lhe disse que o amava e ele esta respondendo? Bem, ela entendeu. E, depois de tomar cerveja e comer uma feijoada o cara vai é dormir. Tire suas conclusões meu caro leitor.

 

 

8 – Bilhete de um provável suicida.

 

Minha vida esta uma Merda. A Tina (fictício) me trocou por aquele cachorro do Lino (fictício). Meu patrão é um crápula. O melhor é dar o fim logo nisto.

 

Crítica e conclusão do autor:

Foi encontrado por um faxineiro no pátio de uma empresa, mas nenhum trabalhador desapareceu, ainda.

O jeito é esperar mais um pouco e ver se aparece algum corpo. Pode ter sido alguém só desabafando. E o “O melhor é dar o fim logo nisto”, pode ser só terminar um trabalho.

 

 

9 – Recado que fora escrito na parede de um banheiro de rodoviária.

 

Aqui escondidos, todos fazem o que todos sabem que fazem, e deixam o cheiro para que os outros sintam que os seus cheiros são iguais aos dos outros. Porém não gostamos dos cheiros dos outros, mas suportamos os nossos. Lia (fictício) volta! Sinto falta do seu cheiro.

 

Crítica e conclusão do autor: é um filosofo, e tem razão do que escreveu, porém quem é esta tal de Lia, e o que ela tem a ver com o assunto? De qual cheiro ele está se referindo?

 

 

10 – Encontrado, pasmem, em uma caixinha de doações em uma igreja.

 

12, 17, 32, 48, 49 e 52, são esses, agora faça sua parte.

 

Crítica e conclusão do autor:

Não vou dizer quem me mostrou, é muito pessoal.

Um lugar estranho para se por um bilhete. Pretensão deste sujeito de escolher os números e dizer, “agora faça sua parte” ou “agora se vira”. Não vou negar que já pensei nisto também.

 

 

11 – Encontrada escrito na parede do banheiro de um bar.

 

"Bebo porque é liquido. Se fosse sólido, comê-lo-ia"; se fosse pó, cheirá-lo-ia; se fosse enrolado, fumá-lo-ia, se fosse gás, respirá-lo-ia; se fosse aerossol, espirrá-lo-ia na garganta e se fosse um gel, esfregá-lo-ia em minha língua.

Jânio

 

Crítica e conclusão do autor:

Não contente do que disse o Jânio Quadros, ele criou algo a mais e ainda assinou com o nome Jânio.

É mais um poeta e gosta mesmo de tomar umas e outras. Será que ele se chama Jânio mesmo? Ou será que é Gênio? Se eu o conhecesse cumprimentá-lo-ia.

 

12 – Recados em forma de frases. Encontrados em uma carteira de um curso de teologia.

 

Quem com ferro fere, com ferro será ferido, a menos que more na casa do ferreiro, porque lá o espeto é de pau.

 

Os últimos serão os primeiros, a não ser se for um louco matando todo mundo, antes de se suicidar ele será o primeiro a matar e o último a morrer.

 

Crítica e conclusão do autor: Não tem nem o que falar.

 

 

13 – Foi escrita em uma mesa onde funciona um AA.

 

A mesma mão que te puxa quando você está à beira do abismo pode ser a mesma que pode te empurrar depois.

 

Crítica e conclusão do autor:

Alguém não está seguindo as regras do AA.

Ou esta pessoa está mal intencionada ou desconfiada de alguém

 

 

14 – Bilhete anônimo encontrado em uma caixa de sugestões em uma escola técnica.

 

Uma mulher é pouco, duas dá muita despesa e três sogras ninguém merece.

 

 

Crítica e conclusão do autor: Este rapaz está morto nas mãos da viúva.

 

 

15 - Encontrado sobre um Túmulo onde o epitáfio dizia o seguinte:

 

Aqui jaz um Homem generoso e bom pai, bom marido e um exemplo de amigo.

 

O recado dizia o seguinte:

 

Você pintou no lugar errado o certo é esse azul ao lado.

 

Crítica e conclusão do autor: O pintor pintou no local errado.

Alguém já disse tudo.